Congresso do Partido Socialista Brasileiro - PSB, no final da década de 1980, em Brasília, Congresso Nacional. Da esquerda para a direita: Luiz Penha, Waldson Pinheiro, Antônio Houaiss, Gorete, Manoel Duarte (Manu), Worton, Veríssimo, Maurício (Baíto) e Rinaldo Barros.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Vida e Obra do Monsenhor João Penha Filho
Este vídeo eu produzi em 2003, nos 50 anos de sacerdócio do padre Penha. Este ano, em 15 de novembro, ele faria 60 anos de sacerdócio.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
A canção abaixo eu compus para a APAE tourense, há algum tempo, e cantei nas comemorações de seus 30 anos. Momentos muito emocionantes.
Canção para a APAE (Filhos do Amor Consagrado)
Ê Mãe, eu quero a libertação
Ah! Pai, eu quero a integração
Na luta pro mundo sorrir
Eu quero também ser feliz
Aos filhos do amor consagrado
Excepcionais cidadãos
Juntemos os nossos esforços
Banindo a discriminação
Vencendo todo o preconceito
Buscando a socialização
Os apaeanos tourenses
Os filhos do mesmo rincão
Aos nossos irmãos apaeanos
Soldados da integração
Rendamos a nossa homenagem
Na luta em prol dos irmãos.
Canção para a APAE (Filhos do Amor Consagrado)
Ê Mãe, eu quero a libertação
Ah! Pai, eu quero a integração
Na luta pro mundo sorrir
Eu quero também ser feliz
Aos filhos do amor consagrado
Excepcionais cidadãos
Juntemos os nossos esforços
Banindo a discriminação
Vencendo todo o preconceito
Buscando a socialização
Os apaeanos tourenses
Os filhos do mesmo rincão
Aos nossos irmãos apaeanos
Soldados da integração
Rendamos a nossa homenagem
Na luta em prol dos irmãos.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Calam-se as violas, os cavaquinhos e a percussão. O silêncio deste dia é para reverenciar alguém que tinha a música como um dos prazeres da vida. Foi assim, muitas vezes, nos bares e casas de inúmeros tourenses que tive o prazer de partilhar da amizade, da alegria e da convivência com Pedro Antas.
A convivência com a família Antas é bastante antiga. Lembro-me do padre Antônio Antas, com sua batina e chapéu preto, entrando na residência de meus avós, no bairro do Alecrim, e me colocando em seu braço, quando criança.
Pedro, a sua jornada foi cumprida; as lembranças de tantas músicas tocadas e cantadas nesta terra do Bom Jesus dos Navegantes ficarão em nossa memória.
Como diz o poeta Luiz Patriota: “Cantei um dia para acalentar a vida...”.
A convivência com a família Antas é bastante antiga. Lembro-me do padre Antônio Antas, com sua batina e chapéu preto, entrando na residência de meus avós, no bairro do Alecrim, e me colocando em seu braço, quando criança.
Pedro, a sua jornada foi cumprida; as lembranças de tantas músicas tocadas e cantadas nesta terra do Bom Jesus dos Navegantes ficarão em nossa memória.
Como diz o poeta Luiz Patriota: “Cantei um dia para acalentar a vida...”.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Biografia de Vitalina
Biografia
de Vitalina Maria de Barros
Resgate biográfico: Lenira Barros
Texto poético: Luiz Penha
Boa noite pessoá, bem vindos ao arraiá
A cultura do lugá e também a regioná
agradece este espaço para se consolidá.
Quem tá aqui fique sabendo que este é o
VI arraiá
Arraiá da Vitalina, uma moça do lugá,
que nasceu no Ceará, dos verdes canaviá.
Sua infância e juventude foi vivida no
lugá
No lugá dos Navegantes,
Bom Jesus, lá no altar.
Fazia seu labirinto, artesanato praieiro
Lavava roupa dos outros, prá ganhar o
seu dinheiro
Em se tratando de fé, Bom Jesus era o
primeiro.
Gostava de caridade, com seu jeito bem
fagueiro
De três amigas cuidava, que também
envelheceram,
Joaninha, Maria e Bastinha, no casarão
janeleiro.
Solteirona sempre foi, como diz o próprio
nome
Vitalina quer dizer, a mulher que não
tem homi
Como diz o verso antigo, Vitalina bota
pó
Tu sabe que moça veia não sai mais do
caritó.
A sobrinha, Ana Ponga, acolheu muito
essa tia
Vitalina fez história e viveu com
simpatia
Sentada naquela porta do casarão das
antiga
Na avenida da cidade que foi sua por
toda a vida.
Em maio de oitenta e cinco, aos cento e
cinco de idade
Vitalina Maria de Barros, moça veia de
verdade
Partiu da cidade de Touros, pro andar da
eternidade.
O Arraiá tá aqui prá isso
Prá festejar a cidade
a cultura e a história, desse povo que
tem idade
Visitantes aqui presentes podem ficar a
vontade
A Esquina do Brasil os recebe com
felicidade.
terça-feira, 25 de junho de 2013
1ª Semana da Cultura - 1988
Este cartaz tem exatamente 25 anos. É o cartaz de divulgação da 1ª Semana de Cultura de Touros, em 1988. Memorável lembrança de um evento que envolveu a comunidade tourense.
sábado, 29 de dezembro de 2012
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Tartaruga morta na praia de Touros
Na manhã desta sexta-feira tartaruga amanheceu morta à beira-mar da praia de Touros, no trecho entre a chamada Boca da Barra e a Quixaba.
Esta blog entrou em contato com o Ibama que se prontificou a tomar as providências.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
1ª Semana da Cultura de Touros
Abertura do evento, 03 de janeiro de 1988
Memoráveis lembranças de um evento cultural idealizado e organizado por mim e pelo prof. João Bosco Teixeira, com a colaboração e o trabalho voluntário de tantos outros tourenses.
Evento ocorrido em palanque da Prefeitura Municipal de Touros, montado à beira-mar, próximo ao bar do Brisa, durante a administração Pedro Ribeiro, com a participação de artistas locais, regionais e nacionais.
sábado, 29 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
5 - Sebastião Penha canta
Mais uma canção partilhada por Sebastião Penha aprendida e
cantada com músicos tourenses como Antônio Monteiro, violinista/violonista,
Quinca Dú e Zé Maria, seus tios, violonistas, João Repique, bandolinista e José
Tobias e Cerú, zabumba/pandeiro, em noitadas, serenatas e serestas de décadas
passadas, confirmando a modinha como música tradicional do estado do Rio Grande
do Norte e, particularmente, do município de Touros.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Sebastião Penha canta
Sebastião Penha canta mais uma das belas canções aprendidas na convivência com músicos tourenses como Antônio Monteiro, violinista/violonista, Quinca Dú e Zé Maria, seus tios, violonistas, João Repique, bandolinista e José Tobias e Cerú, zabumba/pandeiro, em noitadas, serenatas e serestas de décadas passadas, confirmando a modinha como música tradicional do estado do Rio Grande do Norte e, particularmente, do município de Touros.
sábado, 1 de setembro de 2012
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