Esta música é mais uma das muitas aprendidas por Sebastião Penha, na convivência com músicos tourenses como Antônio Monteiro, violinista/violonista, Quinca Dú e Zé Maria, seus tios, violonistas, João Repique, bandolinista e José Tobias e Cerú, zabumba/pandeiro, em noitadas, serenatas e serestas de décadas passadas, confirmando a modinha como música tradicional do estado do Rio Grande do Norte e, particularmente, do município de Touros.
sábado, 25 de agosto de 2012
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
domingo, 19 de agosto de 2012
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Sebastião Penha canta
Esta música é uma das muitas aprendidas por Sebastião Penha, na convivência com músicos tourenses como Antônio Monteiro, violinista/violonista, Quinca Dú e Zé Maria, seus tios, violonistas, João Repique, bandolinista e José Tobias e Cerú, zabumba/pandeiro, em noitadas, serenatas e serestas de décadas passadas, confirmando a modinha como música tradicional do estado do Rio Grande do Norte e, particularmente, do município de Touros.
domingo, 12 de agosto de 2012
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Touros 2012
É preciso muita pastilha de magnésia bisurada depois de assistir ao vídeo que eu assisti no www.tourosrn.com.br. Nele foi transmitida a homologação da candidatura de Carlinhos da Biomar (PMDB) com vice JJ (PT) para concorrer, no pleito de 2012, na cidade de Touros. A coligação, ao que parece, terá o PMDB, PT, DEM e PR. Como bem disse o Dep. Federal Henrique Alves, tão bom orador quanto o seu pai, Aluízio Alves, só o PMDB é capaz de unir o DEM e o PT, em uma única cidade das 160 existentes no RN. Nada contra os representantes das siglas citadas, alguns deles cidadãos de minha estima pessoal, mas o pragmatismo político tem ações e posturas que são difíceis de digerir. Que o diga o aperto de mão entre Lula e Paulo Maluf. E pensar que naquele mesmo espaço estava um ex-prefeito que nada fez para Touros, durante sua administração, ter implantada uma unidade do IFRN. Só muita magnésia bisurada mesmo.
terça-feira, 5 de junho de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Homenagem a Deífilo Gurgel
Foto: Ana Amaral/DN/D.A Press
TARRAFAS - Deífilo Gurgel
À sombra do cajueiro que floresce junto ao mar
Paciente o pescador tece a rede de pescar
Enquanto a mão se entretece nesse mister singular
Outra mão por trás do tempo vai tecendo sem cessar
A tarrafa que algum dia, vai pescar o pescador
Juntamente com seu tédio, seu sorriso e sua dor.
E tece com tal mestria essa tarrafa de vento
Que o pescador nunca pensa, quando pesca o seu sustento
Que a morte o está pescando, lentamente, dia a dia
Nessa embora inevitável, invisível pescaria.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Ano novo, ano de mudanças
Na
tradição cristã é sempre renovada a esperança de dias melhores nas festividades
de final de ano, especialmente na festa do Ano Novo.
Particularmente
em Touros, há a coincidência de ser a virada do ano e a festa do padroeiro da
cidade, o Bom Jesus dos Navegantes.
2012,
em especial, será ano de eleições municipais e alguns nomes já se apresentam ao
eleitorado tourense como possíveis candidatos nas eleições de outubro. Esse é
um processo natural que faz parte do jogo democrático e é inerente à vida em
sociedade.
Na
denominada Esquina do Brasil, o poder tem sido mantido nas mãos dos ditos
políticos tradicionais. E aí não se confunda políticos tradicionais, com
famílias tradicionais. São coisas bastante distintas. O fato de um cidadão ter
nascido em uma família tradicional, não é empecilho ou impedimento para que o
exercício do poder seja realizado de forma a atender às necessidades do povo.
Na
terra do Bom Jesus, desde que passei a compreender como funciona a roda viva do
mundo, e aí já se vão cerca de quarenta anos, o poder é exercido sempre de
forma repetitiva, quão um círculo vicioso. É aí que mora o problema.
Nesse
sentido, o exercício do poder se dá sempre de forma canhestra, sem crescimento
e sem avanços significativos nos campos da educação, cultura, turismo, saúde,
economia, etc. Ou seja, é a política da mesmice.
Como
já acentuei em alguns momentos, em espaços públicos de comunicação, Touros tens
boas referências, bons quadros acadêmicos, empresariais, etc, que podem somar
em prol do desenvolvimento local. O que ocorre é que se prefere a política da
pequenez, em que se opta por quadros desqualificados tecnicamente, preferindo o
apadrinhamento político, sem uma gestão mais agressiva em prol de defender bons
e criativos projetos para angariar recursos para a ponta do calcanhar.
Em
uma região eivada de dificuldades como a do Mato Grande, é impossível querer gerir
a máquina pública sem a realização de parcerias com os entes federativos, como
também, com o apoio de parlamentares que, efetivamente, destinem emendas e
sejam parceiros do crescimento do município, e não sirvam, apenas, para oferecerem
jantares pomposos aos prefeitos norte-rio-grandenses, na capital federal.
Diz o dito popular que por causa de um grito
se perde uma boiada. Foi nessa perspectiva que Touros já perdeu a oportunidade
de ter, no campo educacional, a sua unidade do Instituto Federal de Educação,
Ciência e Tecnologia – IFRN, como também, perdeu a oportunidade, no campo cultural, de ser incluída no rol de apresentações do
pianista Arthur Moreira Lima, neste período natalino, levando música de
qualidade aos brasileiros que residem em Touros. Isso é fruto da falta de
sintonia e de uma política de comunicação agressiva e que esteja a altura do
peso histórico que tem o município de Touros.
Touros
tem estatura moral para exigir e demarcar o seu território no cenário institucional
do Rio Grande do Norte. A sua história e a sua cultura são os responsáveis por
esse lugar reservado e ainda não ocupado.
Assim
sendo, alerto aos tourenses que não deixem 2012 ser mais um ano de mesmices. Escolham
vereadores realmente comprometidos, com capacidade intelectual para elaborar
projetos que sejam direcionados ao benefício da maioria da população. Tirem,
definitivamente, da Câmara Municipal de Touros os vereadores chamados
popularmente de lagartixas, aqueles que só balançam a cabeça para concordar com
tudo que o executivo propõe.
Na
área do poder executivo, quando os candidatos forem em suas casas pedirem o
voto de vocês eleitores, cobrem quais são os projetos para o quadriênio
2013-2016. Quais as propostas concretas para a área da educação, da saúde, do
turismo, da cultura, da economia local, etc.
Exijam
das instituições locais (igrejas, sindicatos, Colônia de Pescadores,
associações) que promovam debates públicos e convidem os candidatos a prefeito
para debaterem os seus programas e as suas propostas de governo. E que vocês,
eleitores, também possam questionar os candidatos durante o debate.
Essa,
com certeza, será uma prática política inovadora de forma a ajudar você,
eleitor, na hora de sua decisão cidadã.
Será
que 2012 será um ano realmente novo? Um ano de verdadeiras mudanças? Um ano de
projetos inovadores? Com a palavra você eleitor.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Os extraterrestres somos nós
Google/fotos
Desde os tempos da prensa de Gutenberg (1440) até os nossos dias, a humanidade tem passado por verdadeiras revoluções tecnológicas. Uns assimilaram as novas mídias, outros preferiram resistir, por opção. A cada hora são inúmeros modelos de aparelhos celulares, ipods, smartphones e tablets.
Toda essa gama de tecnologia me faz lembrar outras tantas tecnologias utilizadas em um passado recente como as máquinas de datilografia, máquinas de calcular, produtos como os carimbos de madeira, as folhas de papel carbono, etc.
Na área contábil, área de atuação de meu pai, presenciei, dentro de casa, livros imensos de registro de entrada e de saída de mercadorias, utilizados no registro contábil das empresas comerciais. Hoje, as empresas já não precisam deles para esse tipo de registro e muito menos de fechar o ponto comercial, por vários dias, para realizar o balanço, quando afixavam na porta aquele conhecido aviso e/ou cartaz com a frase: “fechado para balanço”.
A chamada revolução tecnológica chega sem pedir licença, ultrapassa etapas, especificamente em um país de 500 anos que enfrentas problemas cruciais na área de educação.
O mais comum hoje em dia no Brasil é a apresentação de dados estatísticos, nos quais se revelam significativas taxas de analfabetismo; a pouca leitura por parte da população brasileira, além do custo elevado no preço dos livros publicados.
A escola, especialmente no ensino básico, quando não é precária fisicamente, sofre pela falta de professores, sem falar nos parcos salários pagos aos mestres, principalmente nas regiões mais pobres do país.
É sabido e notório o esforço do Ministério da Educação em criar os mecanismos para uma significativa melhora do ensino e das condições para que os cidadãos possam correr atrás do prejuízo, no que tange à qualificação educacional e profissional. Como, efetivamente, acreditar que essa estudantada vai se sentir preparada e qualificada para disputar uma vaga no mercado de trabalho, diante dessas constatações?
Por outro lado, é confuso tentar entender como em um país que não conseguiu despertar a paixão e o interesse pela leitura de livros impressos por parte da maioria da população, haja o empenho, por parte dos órgãos gestores da educação nacional, em implantar nas escolas públicas a utilização de tablets em detrimento, possivelmente, do livro impresso.
É reconhecido que especialistas da área já defendem essa tese, como citado em matéria jornalística no site do IG, no dia 13 de abril de 2011: “Ministério da Educação estuda uso de tablets nas escolas públicas”, em que Gilberto Lacerda, especialista em tecnologia da educação da Universidade de Brasília (UnB), avalia: “Estamos vivendo uma revolução e precisamos estar embarcados nelas. Estamos mudando o suporte escrito do papel para o digital. Há um saudosismo em relação ao livro, mas a tendência é o livro desaparecer. O conteúdo, no entanto, não desaparece”.
Nada contra o uso de novas tecnologias no ambiente escolar, especialmente no ambiente universitário, onde já é presente essa interatividade, acesso a bibliotecas digitais, conteúdos disciplinares, menções, notas, e até da comunicação antecipada ao aluno da ausência de um professor, no horário normal da grade acadêmica, evitando que o aluno se desloque até a sede da Universidade.
O preocupante, enfim, não é a entrada da tecnologia na escola de nível fundamental e/ou básico, mas o uso que irá se fazer dela. Sabemos que, em muitos casos e exemplos, quando não fica obsoleta é mal utilizada, por falta prévia de qualificação do professor para aplicabilidade no dia a dia da sala de aula.
Se as previsões forem essas, de uma educação meramente virtual, seremos habitantes de um mundo a distância. Não precisaremos mais interagir presencialmente com o nosso próximo. Basta tocar na tela e enviar o relatório, a planilha, o questionário, a prova, o resumo, o pagamento, o ponto de vista.
O toque humano, que inclui demonstração de carinho, amizade, afeto e solidariedade, será substituído pelo toque digital, onde reconheceremos que os extraterrestres somos nós e não sabíamos.
sábado, 30 de julho de 2011
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